Sociedade Filarmónica Quiaense
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20.MAR.2019
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A actual sede da Sociedade Filarmónica Quiaense já não oferece, no entender da direcção, “as condições necessárias para a actividade musical que desenvolve”.

Segundo o presidente da colectividade, José Augusto Marques, torna–se imprescindível, nomeadamente, aumentar a sala de ensaios, que é muito pequena, e construir, ainda, salas de aulas para a escola de música, um arquivo para instrumentos e um roupeiro para os executantes.

Uma vez que esta colectividade faz parte integrante da Casa do Povo de Quiaios e esta instituição concluiu já a construção de um novo edifício, orçado em 140 mil euros, a direcção chegou a ponderar a feitura de obras de melhoramento nas instalações que lhe estão afectas. Concluíria, no entanto, que a resolução dos problemas com que se confronta passa, necessariamente, pela efectivação da segunda fase das obras na Casa do Povo.

Os dirigentes da Sociedade não têm dúvidas: só com a construção de novas salas de aulas será possível dinamizar a actividade da escola de música. A empreitada, embora ainda sem orçamento estimado, será candidatada, para o efeito, a uma comparticipação financeira por parte do Estado.

A exiguidade do espaço e os problemas graves que se verificam ao nível da acústica do edifício–sede ficarão, assim, definitivamente resolvidos com a ampliação da Casa do Povo.

Outra ambição do elenco liderado por José Augusto Marques é renovar os elementos da banda, tendo em vista pôr cobro, muito particularmente, ao grande desequilíbrio existente no que diz respeito à faixa etária. “Temos músicos idosos e músicos muito jovens”, explica, “o que revela que se atravessou um período em que não foram criados novos filarmónicos”. A renovação é ainda a palavra de ordem no que se refere aos instrumentos musicais, aspecto que tem de merecer um permanente investimento.

Neste momento, as maiores carências respeitam aos instrumentos de maior dimensão. Para conseguir dotar a banda dos meios necessários, a direcção propõe–se, entretanto, lançar uma campanha junto das empresas do concelho. 

A Banda Filarmónica Quiaense, apesar de contar, oficialmente, com 136 anos de existência, terá iniciado a sua actividade anteriormente a essa data. Existem registos que provam que já estava realmente em actividade umas duas dezenas de anos antes da sua formalização.

Fundada em 1869, a sua sede foi totalmente reconstruída em 1992, depois de um longo período de carências, motivadas pelo estado de degradação daquele edifício.

A reconstrução arrastou–se ao longo de quatro anos, tendo o seu custo sido comparticipado pela Comissão de Coordenação da Região Centro. Passada que está, todavia, mais de uma década, as instalações da sede já não conseguem dar uma resposta, no mínimo razoável, às actuais necessidades.

Integrada, em 1977, na Casa do Povo de Quiaios, trata–se da única banda filarmónica da freguesia de Quiaios, que conta já com 11 associações e colectividades de cultura e recreio. É, simultaneamente, uma das filarmónicas mais antigas do concelho da Figueira da Foz.

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