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A Associação Filarmónica Progresso Pátria Nova de Coja é a Instituição mais antiga da vila, atribuindo-se a data de fundação ao remoto ano de 1868, a 1 de Novembro, embora uma notícia surgida no Conimbricense apareça um artigo que refere uma filarmónica em Coja em 7 de Outubro do mesmo ano que teria sido fundada por "um cavalheiro patriota e ilustrado de Coja".
Grande parte da sua História permanece obscura, sobretudo os primeiros anos de vida. Fontes variadas apresentam como fundadores outras tantas personalidades, sendo os mais referidos o Padre Simões (Benfeita) e o Dr. José Albano de Oliveira (Coja).
Analisados os factos, tudo aponta que o fundador tivesse sido este último.
Inicialmente designada por "Pátria Nova", só em 1911 se teria tentado oficializar a filarmónica, no entanto, pela escritura ter sido feita com data de 31 de Abril (o mês só tem 30 dias) não foi validada. A oficialização viria apenas em 26 de Fevereiro de 1985 (escritura pública), ratificada depois em 29 de Março desse ano, com a publicação em Diário da República. Em 1994 (13 de Outubro) é-lhe reconhecido o Estatuto de Utilidade Pública e, entretanto, altera a sua designação de Sociedade para Associação Filarmónica Progresso Pátria Nova de Coja.
No que concerne aos seus mestres, o 1º deles teria sido António Augusto, recrutado da Filarmónica de Avô, sendo que o 1º mestre de Coja foi Eduardo Marques de Oliveira, falecido em 1918.
Sem sede própria, a Filarmónica tem saltitado de casa em casa, sedeando-se agora nas instalações da Casa do Povo. Para além da Filarmónica, outros projectos se têm desenvolvido no seu seio: uma Academia de Música (cuja necessidade já se fazia sentir no ano de 1972), uma orquestra ligeira (entretanto extinta) e o Quinteto Misto de Sopro "Ensaios da Noite".
Até ao momento é a única Instituição que tem atribuída toponímia.