Associação Musical de Pocariça
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Não será das bandas mais antigas do distrito de Coimbra, mas a Associação Musical da Pocariça orgulha- –se de ter estado ininterruptamente activa nos seus 90 anos de actividade.

Este ano de 2005 adivinha–se, aliás, como ano de glória para a banda: a par da renovação do repertório, lançou, aquando das comemorações do aniversário, o primeiro CD com temas que só uma colectividade de nível é capaz de executar: “Homenagem ao professor Álvaro Ferreira - marcha de concerto”, de J. Paulo Margaça, “Carmen”, de Bizet, “Five dance seet”, de J. Paulo Margaça, “Concerto d’ Amore”, de Jacob de Haan, “Super hits of de 90’s”, arranjo de Jean Van Kraeydonck, “Recordações do passado”, arranjo de Alberto Madureira Silva e “Festa do Euro”, de Afonso Alves.

Trata–se de uma selecção “de luxo”, que traduz a aposta na qualidade e a intenção de colocar a Associação Musical da Pocariça na “alta roda” das filarmónicas, a par das grandes referências do Norte do país.

O CD é, de resto, a primeira consequência de uma revolução operada na banda desde Março de 2003, altura em que Paulo Margaça passou a dirigi–la. Segundo António Leitão, a mudança está a gerar uma motivação muito grande nos jovens da terra e até nos de povoações vizinhas, que engrossam a fileira de músicos da banda.

A aposta na qualidade do repertório teve de ser acompanhada de um esforço nos meios instrumentais, com a aquisição, nomeadamente de clarinetes, saxofones, um bombardino e, um par de tímbalos. À espera de renovação, fica agora o sector dos metais: trombones e trompetes.

Com a escassez de meios financeiros, o grande desejo da actual direcção não é muito diferente do de outras colectividades: o aparecimento de um mecenas que desse um contributo quer para os instrumentos, quer para acabar as obras na sede. Para já, algumas verbas poderão ser conseguidas com a venda do CD.

Os elementos são, na sua grande maioria, jovens da freguesia. “Temos uma classe de meninos com apenas seis anos e posso dizer que o elemento mais velho da filarmónica ronda os 40 anos. Depois, há um ou dois na casa dos 30 e a maioria é mais jovem”, adianta António Leitão.


A Associação Musical da Pocariça, constituída há 90 anos, não é das mais velhas do distrito, mas pode orgulhar–se , ainda assim, de neste seu quase século de existência, nunca a sua actividade ter sofrido interrupções. Constituída em Abril de 1914, por iniciativa de um grupo de “amantes da música”, entre eles Manuel Magalhães Pessoa, Laurindo Mendes Fonseca, Aníbal Ribeiro Fonseca e José Francisco Paulo, organizou de imediato algumas acções de angariação de fundos e, em Julho seguinte, aí estavam disponíveis os instrumentos necessários à actividade da filarmónica. A estreia pública teve lugar passado meio ano, em Janeiro de 1915, numa acção de “cumprimentos aos benfeitores e à terra”.

Os primeiros estatutos e a aprovação definitiva do nome, que ficou apenas a designar–se como Associação Musical da Pocariça, aconteceu apenas em 1937, depois de uma caminhada que deu à banda um considerável palmarés: em 1932 ganhava o primeiro prémio nas festas da Rainha Santa, em Coimbra e, três anos depois, participava no S. João, no Porto, deixando tal marca de qualidade, que lhe valeria a sua condecoração com a medalha da cidade Invicta.

É uma das bandas fundadoras da Federação de Filarmónicas do Distrito de Coimbra.

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