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19.NOV.2017
 
 Apresentação > Historial da FFDC
FFDC-Breve resumo histórico

A FFDC foi fundada a 9 de Junho de 1991, data em que os primeiros órgãos sociais tomaram posse.
Desde a sua fundação tem promovido várias ações de congregação e organização das filarmónicas que constituem o universo distrital que é composto por 47 bandas filarmónicas, iniciando assim um processo de valorização das bandas do distrito e da música em geral.
O grande objetivo dos dirigentes iniciais foi desde logo elevar o nível de qualidade artística das quarenta e sete associações filiadas, concretizando para o efeito um conjunto de iniciativas para que, a médio e longo prazo, lhes garantissem um lugar de destaque no panorama musical português.
A FFDC propôs-se neste início do século XXI, incentivar e dinamizar as escolas de música incutindo-lhe um espírito de maior exigência, visando melhorar a formação musical nelas lecionada. O movimento Filarmónico do Distrito de Coimbra representa mais de 2200 músicos, 800 jovens nas escolas de música e mais de 600 diretores.
Consciente também de que as filarmónicas existem graças ao voluntariado das populações, desenvolveu parcerias com diversas empresas (gasolineiras, seguradoras, fornecedores de fardamento e instrumentos musicais) de modo a proporcionar aos músicos e diretores, condições excecionais para aquisição dos artigos necessários. Promoveu ainda protocolos com Instituições como Turismo do Centro, A.N.F., Arca, Inatel,.
Lutou do mesmo modo pelo reconhecimento da relevância cultural dos homens que ocupam os seus tempos livres na difusão da música filarmónica, processo que culminou com o “estatuto de dirigente associativo” no ano de 2005.
Ao longo de vinte e quatro anos de intensa atividade, a FFDC, além de todo o trabalho de suporte, desenvolveu um conjunto de atividades que conduzem à reflexão sobre o movimento filarmónico e que propiciam, ao mesmo tempo, o convívio e a troca de experiências entre todos os voluntários que dedicam os seus tempos livres à música
Promoveu as “Tertúlias Musicais” que contaram com a presença confirmada dos Maestros André Granjo, Carlos Marques, Afonso Alves, Amílcar Morais e Luís Cardoso. Estas tertúlias foram abertas a todos os Maestros, Músicos, Diretores e a todos aqueles que se interessam pelo movimento filarmónico.
Promoveu um Curso de Direção de Bandas - Professor Eugene Migliaro Corporon - (University of North Texas) em Junho de 2007 em Coimbra nas instalações do Inatel, que contou com participantes não só do distrito de Coimbra mas também de Aveiro, Porto e Lisboa.
Organizou nove Encontros Distritais de Bandas Filarmónicas, o último dos quais em Coimbra, no ano de 2009, além de encontros com três bandas filarmónicas em locais que, de outro modo, seria difícil conseguir tais encontros.
Colaborou em várias iniciativas do INATEL.
Promoveu o WORKSHOP – SONS DA MÚSICA FILARMÓNICA a partir do qual se formou a BANDA SINFÓNICA JUVENIL DO CENTRO cuja constituição, em estreita colaboração com o Conservatório de Música de Coimbra, teve como objetivos promover e divulgar a música filarmónica dirigindo-se particularmente aos jovens músicos das Bandas Filarmónicas do nosso Distrito e a alunos do Conservatório de Música de Coimbra, com o intuito de despertar o interesse, aperfeiçoar e melhorar a qualidade musical dos nossos jovens músicos.
Como corolário deste trabalho, houve uma apresentação de um Concerto pela Banda Sinfónica Juvenil do Centro, no Teatro Cerca de S. Bernardo, sob a direção de João Paulo Fernandes, em Coimbra, no dia 21 de dezembro de 2005 e no dia 22 de dezembro a mesma Banda Juvenil fez um concerto no Teatro Caras Direitas na Figueira da Foz.
Não tendo este trabalho quaisquer fins lucrativos, as receitas de ambos destinaram-se a favor da Casa dos Pobres de Coimbra e dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz.
Contámos com a colaboração dos Professores Daniel Tapadinhas, Hélder Vales, Ismael Silva, João Fernandes e Jorge Campos, bem como das seguintes entidades: Governo Civil do Distrito de Coimbra, Delegação Regional da Cultura do Centro, Câmara Municipal de Coimbra, Conservatório de Musica de Coimbra, Inatel – Delegação de Coimbra e Serviços Sociais da U. C.
Em suma, foram realizados, até esta data, nove encontros distritais, quatro congressos, dois fóruns, tertúlias, ações de formação entre outras atividades.
Foi ainda divulgada uma página na internet onde cada Filarmónica pode colocar toda a sua atividade, para além da fotografia e historial, contactos para questões e sugestões. Todos os serviços estão totalmente informatizados, com contactos disponibilizados ininterruptamente, quer através do telefone, quer através de correio eletrónico.
Tem apoiado as bandas na elaboração de projetos de candidaturas ao Ministério da Cultura, IPJ, CCRC.
A FFDC participa, sempre que possível, nos eventos realizados pelas suas associadas.


Coimbra, junho de 2015

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CAPÍTULO I




DENOMINAÇÃO, ORGANIZAÇÃO, FINS


ARTIGO 1º


É constituída a Federação de Filarmónicas do Distrito de Coimbra que tem por fim a promoção, desenvolvimento e ensino de música filarmónica, defender os interesses das Bandas/Filarmónicas Civis, durará por tempo indeterminado e tem a sua sede no Pátio do Castilho, Sala do Arco, freguesia de Almedina, Coimbra.



CAPÍTULO II


SÓCIOS


ARTIGO 2º

São sócios todas as pessoas colectivas que mantenham como fins o ensino e execução de Música Filarmónica e que, nessa qualidade, sejam admitidas pela direcção. Os sócios obrigam-se ao pagamento de uma jóia inicial e de quota anual a estabelecer ou alterar em reunião da Assembleia Geral, sob proposta da Direcção.


ARTIGO 3º

Os direitos e deveres dos sócios serão estabelecidos em Regulamento Interno, a aprovar pela Assembleia Geral.






CAPÍTULO III


ORGÃOS DA FEDERAÇÃO


ARTIGO 4º

São órgãos da Federação a Assembleia Geral, a Direcção e o Conselho Fiscal.


ASSEMBLEIA GERAL

ARTIGO 5º

A Assembleia Geral é a reunião de todos os sócios em pleno gozo dos seus direitos e nela reside o poder supremo da Federação.

§ 1º. A mesa da Assembleia Geral é constituída por um presidente, um primeiro secretário e um segundo secretário, será eleita bienalmente, mediante eleição directa de listas completas para os Órgãos Sociais.

§ 2º. Os elementos da MESA são indivíduos pertencentes às direcções das respectivas pessoas colectivas ou sócios das mesmas, devidamente credenciados.


ARTIGO 6º

A Assembleia Geral reúne ordinária e extraordinariamente.

§ 1º. A Assembleia Geral reúne ordinariamente, no mês de Janeiro, de dois em dois anos para eleger os órgãos sociais e, anualmente:

a)-para discutir e votar o relatório e conta de gerência e Parecer do Conselho Fiscal.

b)-para discutir e votar o orçamento e plano de actividades para o ano seguinte.

§ 2º. Reúne extraordinariamente a pedido da Direcção, do Conselho Fiscal ou por petição assinada, pelo menos, por um terço dos seus sócios, no pleno gozo dos seus direitos.

§ 3º. As reuniões da Assembleia Geral serão convocadas, pelo menos, com dez dias de antecedência, por notificação postal ou correio electrónico dirigida aos sócios.



ARTIGO 7º

A Assembleia Geral, considera-se constituída à hora indicada no aviso/convocatória quando esteja presente a maioria absoluta dos seus sócios.

§ único - Não havendo número suficiente, e passada meia hora depois da afixada para a reunião, considera-se a Assembleia Geral, legalmente constituída com qualquer número de sócios, sendo válidas todas as resoluções tomadas.



ARTIGO 8º

Compete à Assembleia Geral:

a) Eleger e discutir os titulares dos órgãos sociais.

b) Discutir e votar orçamentos, planos de actividade, contas da direcção e pareceres do Conselho Fiscal.

c) Alterar os estatutos e aprovar quaisquer regulamentos internos.

d) Resolver sobre a extinção da Federação

e) Aprovar o montante da jóia inicial e respectiva quota.

f) Apreciar os recursos de ordem disciplinar.

g) Decidir e deliberar nos termos definidos no(s) regulamento(s) sobre matéria contida no(s) mesmo(s).


ARTIGO 9º

As deliberações da Assembleia Geral só tem validade quando votadas por unanimidade ou maioria absoluta dos sócios presentes, devidamente inscritos e no gozo dos seus direitos, salvo disposto nos parágrafos deste artigo.

§ 1º. As deliberações sobre as alterações de estatutos requerem o voto favorável de três quartos do número de associados presentes.

§ 2º. As deliberações sobre a extinção da Federação requerem o voto favorável de três quartos do número de todos os associados.





DIRECÇÃO

ARTIGO 10º

A Direcção é constituída por um presidente, cinco vice presidentes, um secretário, um tesoureiro, um vogal e dois suplentes e será eleita, bienalmente, mediante eleição directa de listas completas para os órgãos sociais.

§ único - Os elementos da Direcção são indivíduos pertencentes às direcções das respectivas pessoas colectivas ou sócios das mesmas, devidamente credenciados.


ARTIGO 11º

A Direcção é convocada pelo respectivo presidente e só pode deliberar com a presença da maioria dos seus membros.


ARTIGO 12º

A Direcção representa a Federação em juízo e fora dele e é solidariamente responsável por todos os actos da sua gerência e por todos os valores inventariados, competindo-lhe a gerência administrativa, financeira, disciplinar e de execução de actividades, deliberando nos termos definidos nos regulamento(s) interno(s) sobre matéria contida no(s) mesmo(s).


CONSELHO FISCAL

ARTIGO 13º

O Conselho Fiscal é constituído por um presidente, um secretário e um relator e será eleito, bienalmente, mediante a eleição directa de listas completas para os órgãos sociais.

§ 1º. Os elementos do Conselho Fiscal são indivíduos pertencentes às direcções das respectivas pessoas colectivas ou sócios das mesmas devidamente credenciados.

§ 2º. Compete ao Conselho Fiscal inspeccionar e verificar todos os actos administrativos da direcção e zelar pelo exacto cumprimento dos Estatutos e Regulamentos da Federação.


CAPÍTULO IV

FUNDO SOCIAL, RECEITAS , DESPESAS


ARTIGO 14º

O fundo social será constituído pelos bens móveis e imóveis que a Federação possua ou venha a possuir.


ARTIGO 15º

Constituem receitas:

a) O produto de quotas, jóias e venda de estatutos e impressos.

b) Quaisquer outros rendimentos, donativos e outras receitas não discriminadas.


ARTIGO 16º

Constituem despesas:

a) O pagamento de impostos, seguros, rendas, luz, água, telefones.
b) Aquisição de artigos de material de secretaria e de consumo corrente.
c) Encargos com a realização de congressos, de cursos e encontros de filarmónicas.
d) Oferta de instrumentos musicais e lembranças aos associados.


DISPOSIÇÕES GERAIS

ARTIGO 17º

O sócio que de qualquer forma deixar de pertencer à Federação não tem o direito de reclamar as quotas que haja pago, devendo liquidar as que são devidas até à sua desvinculação, desde quando perde todos os direitos como associado.

ARTIGO 18º

Os casos omissos nos estatutos ou Regulamento interno, serão regulados pela vontade soberana da Assembleia Geral em conformidade com as leis em vigor