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Sociedade Boa União Alhadense
Sábado
20.OUT.2018
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Foto mais antiga da Filarmónica (1895), sendo o Maestro, Fortunato Esteves Pardal

No mês de Julho de 1854, a comissão promotora das festas religiosas deslocou-se a uma povoação vizinha, com o fim de contratar uma Filarmónica que pudesse abrilhantar as festividades. Sensibilizados pela apresentação e desempenho da referida Filarmónica, os Alhadenses começaram a pensar em criar a sua própria Filarmónica.
Tomou a iniciativa o Pároco da Freguesia, Padre José Gaspar Coelho, que no final da missa da festa se dirigiu ao povo: -“Vou criar uma Filarmónica nas Alhadas, conto com a vossa ajuda”. Nesse momento iniciaram um peditório na Igreja, cujo valor foi de oitenta mil reis.
As primeiras preocupações dos pioneiros desta iniciativa, foram os preparativos para a legalização da associação e a busca de um local onde pudessem dar início às aulas de música. Conseguiram uma casa e fixaram um contrato de arrendamento no valor de setenta mil reis anuais.
Abriram a escola de música; o número de inscritos era elevado, 22 fizeram-se músicos, entre estes contavam-se 4 padres da região.
Para acabar de instruir os executantes e dirigir a futura Filarmónica, em Outubro do mesmo ano foi contratado o espanhol José Lourenzo.
Finalmente em 8 de Dezembro de 1854, foi fundada a “ Sociedade Montepio Phylarmónico União Alhadense ” e nomeada uma Comissão Administrativa para governar esta instituição, que tinha como objectivo a ajuda aos seus elementos na compra de medicamentos e pagamento ao médico.
É no dia 25 de Dezembro de 1854 que se ouve pela primeira vez nas ruas de Alhadas, os acordes da sua Filarmónica.
Está instituída a “ Sociedade Montepio PhyLarmónico União Alhadense ”, que mais tarde passaria a denominar-se Sociedade Boa União Alhadense.
Contrariando todas as adversidades, a Filarmónica resistiu ao tempo, mantendo-se em permanente actividade e sempre jovem, não mais parando. Em 1855 estreia o seu primeiro fardamento e obtém os primeiros contratos, incluindo Espanha onde se deslocou várias vezes.
No dia 10 de Junho de 2005 representou Portugal nas Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que decorreram no Luxemburgo.
Em Agosto de 2012 efetuou uma digressão à Ilha Terceira - Açores, convidada pela Fanfarra Operária Gago Coutinho e Sacadura Cabral, de Angra do Heroísmo.
Participou no "Jubiléu dos Músicos 2000" e no dia 16 de setembro de 2017, na "Peregrinação Jubilar de Bandas Filarmónicas", eventos realizados pelo Santuário de Fátima.
Pela Filarmónica, até aos dias de hoje passaram vários maestros: José Lourenzo (espanhol), Francisco de Freitas Mota, Ernesto Benedito Balbino Correia, António Maria Pinto, João Carlos Symaria, Fortunato Esteves Pardal, Serafim Nunes Chamusca, Celestino Quadros, Eduardo Pinto de Almeida, Herculano Rocha, Carlos Leandro, Joaquim Pessoa, Angelino Ferrão, Manuel Farinha de Oliveira, Manuel Ribeiro Caiado e, desde Janeiro de 2006, José António Santos Firme.
Actualmente a Filarmónica é constituída por 72 elementos e tem na sua escola de música 32 alunos.
Para além Filarmónica, a Sociedade Boa União Alhadense tem outras vertentes, como o Grupo Cénico, Orquestra Ligeira, Grupo de Metais, Grupo de Cantares.
No Desporto: Ténis de Mesa, modalidade filiada na Associação de Ténis de Mesa de Coimbra.
A Sociedade Boa União Alhadense, foi declarada de Utilidade Pública, por Declaração nº. 209/2000 ( 2ª. Série ), nos termos do Art.º 3º. do Decreto-Lei n.º 460/77 de 07 de Novembro, declaração essa publicada no Diário da República nº. 157 de 10 de Julho de 2000 – II Série.

Visitante nº 695230